O mal é que muitos donos de hospitais privados e entidades que defendem a saúde pública, ficaram calados o tempo todo diante na crise na saúde de Campina implantado pelo governo Veneziano que levou o fechamento de 4 hospitais
A crise da saúde abala os hospitais, prefeitura de Campina Grande, desde o governo do então prefeito Veneziano Vital do Rego recebe o repasse do SUS, mas a mesma não repassa para as entidades hospitalares, que acabam saindo com o prejuízo final, salário atrasado, e dividas na praça que não são nada pequenas, onde levou o fechamento da SAMIC, Hospital Mariana e João Ribeiro e outro na rua Floriano Peixoto próximo ao Teatro Municipal, escapando apenas os hospitais: João XXIII, Antonio Targino, Dr. Edgley, FAP e o Pedro I (que foi municipalizado) que se lascaram para se manter funcionado diante da crise na saúde no governo de Vené por falta de repasses das verbas federal, inclusive levou o Dr Antonio Targino a dar uma entrevista na época que Veneziano era prefeito sobre essas perdas, onde ele falou que também o seu Hospital se encontrava em crise por causa das falta de verbas e que deveria ser passada para os Hospitais particulares e isso não estava acontecendo e segundo a Tarja continua da mesma forma.
O mal é que muitos donos de hospitais privados e entidades que defendem a saúde pública, ficaram calados o tempo todo diante na crise na saúde de Campina implantado pelo governo Veneziano que levou o fechamento de 4 hospitais e agora por que o prefeito é outro, a equipe da Tarja Preta decidiu criar coragem em abrir a boca e pedir ao senhor prefeito, Romero Rodrigues, uma explicação já que eles não fizeram isso no passado. Eles alagam que tentaram entrar em contato com o prefeito, mas infelizmente sem exceto, porem é preciso dizer que muita gente ficaram em silencio durante um bom tempo vendo o barco afundar no governo de Vené e hoje querem colocar a culpa em Romero dizendo que ele se esconde, pois para eles a população o escolheu a fim de melhorar a desgraça deixada na saúde pelo governo do "Cabeludo" e não para piorar.
A Tarja quer uma posição rápida, porque os funcionários estão no popular, arrancando os cabelos, com dividas atrasadas (escola, aluguel, cartões de créditos e etc.) isso como se o gestor público fosse o culpado pela má gestão e fragilidade em um hospital privado que teve desprezo total no governo de Veneziano e ficaram calados. Segundo informação as entidades estão sendo bombardeadas, pelos os atrasos, sem ter culpa, mas tem culpa por ter ficando calados e não cobrar de Veneziano, e a equipe tarja preta, traz a real situação dessa crise, que abala a todos da área da saúde.
A crise da saúde abala os hospitais, prefeitura de Campina Grande, desde o governo do então prefeito Veneziano Vital do Rego recebe o repasse do SUS, mas a mesma não repassa para as entidades hospitalares, que acabam saindo com o prejuízo final, salário atrasado, e dividas na praça que não são nada pequenas, onde levou o fechamento da SAMIC, Hospital Mariana e João Ribeiro e outro na rua Floriano Peixoto próximo ao Teatro Municipal, escapando apenas os hospitais: João XXIII, Antonio Targino, Dr. Edgley, FAP e o Pedro I (que foi municipalizado) que se lascaram para se manter funcionado diante da crise na saúde no governo de Vené por falta de repasses das verbas federal, inclusive levou o Dr Antonio Targino a dar uma entrevista na época que Veneziano era prefeito sobre essas perdas, onde ele falou que também o seu Hospital se encontrava em crise por causa das falta de verbas e que deveria ser passada para os Hospitais particulares e isso não estava acontecendo e segundo a Tarja continua da mesma forma. Hoje o maior prejudicado com tudo isso, é a entidade hospitalar Dr. Edgley, que já vem passando por isso há muito tempo chegado quase a falência sendo salva por ter em sua instalação física um centro de urgência psiquiátrica do município. A entidade já esta praticamente há mais de 5 anos com seus dias contados. Diante do caos progressivo, os médicos da clinica hospitalar já pediram demissão, a dias que a entidade esta funcionando precariamente, finais de semana sem médicos, trabalhando com portões fechados, onde se reveza na emergência os próprios donos, para que a crise se atrase por mais alguns dias, hoje a entidade pede ajuda aos órgãos públicos.
Segundo informações que a Tarja Preta Saúde teve, o SUS já teria enviado para a prefeitura de Campina, o repasse de cada entidade, desde o dia 10/12/2013, e até o momento ninguém tem uma posição de quando esses recursos serão liberados. O Tarja disse que Hospital da Clips fez um empréstimo para poder pagar a seus funcionários, na segunda (16/12/2013), e quem não pode fazer o mesmo fica esperando pela PMCG, no final, quem fica prejudicado, são os funcionários.
O mal é que muitos donos de hospitais privados e entidades que defendem a saúde pública, ficaram calados o tempo todo diante na crise na saúde de Campina implantado pelo governo Veneziano que levou o fechamento de 4 hospitais e agora por que o prefeito é outro, a equipe da Tarja Preta decidiu criar coragem em abrir a boca e pedir ao senhor prefeito, Romero Rodrigues, uma explicação já que eles não fizeram isso no passado. Eles alagam que tentaram entrar em contato com o prefeito, mas infelizmente sem exceto, porem é preciso dizer que muita gente ficaram em silencio durante um bom tempo vendo o barco afundar no governo de Vené e hoje querem colocar a culpa em Romero dizendo que ele se esconde, pois para eles a população o escolheu a fim de melhorar a desgraça deixada na saúde pelo governo do "Cabeludo" e não para piorar.
A Tarja quer uma posição rápida, porque os funcionários estão no popular, arrancando os cabelos, com dividas atrasadas (escola, aluguel, cartões de créditos e etc.) isso como se o gestor público fosse o culpado pela má gestão e fragilidade em um hospital privado que teve desprezo total no governo de Veneziano e ficaram calados. Segundo informação as entidades estão sendo bombardeadas, pelos os atrasos, sem ter culpa, mas tem culpa por ter ficando calados e não cobrar de Veneziano, e a equipe tarja preta, traz a real situação dessa crise, que abala a todos da área da saúde.
O hospital Dr. Edgley tinha uma das melhores maternidades de Campina Grande que não mais funciona ficando assim todo nascimento de crianças entregue a Clips e Maternidade municipal. Funciona também no local uma ala de acompanhamento de urgência para doentes mentais e se chegar a fechar o hospitais esse pacientes ficaram sem atendimento já que o governo de Veneziano fez de tudo para que o hospital Dr. João Ribeiro chegasse ao fechamento.
Blog do Martins da Cachoeira com Tarja Preta Saúde

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